Conferência Ene: O grande dia! – Parte 2

Depois de muitos insigths bacanas era hora de filtrar tudo, por na ponta do lápis e me preparar pro grande dia… Conferência Ene aqui vou eu!

Não ta entendendo nada? Dá uma lidinha aqui: Conferência Ene: lugar de GENTE BOA! – Parte 1

Mas, como eu ia dizendo… Estava hospedado em um hostel pertinho da Av. Paulista (The Hostel Paulista, lugar bacana, super recomendo!), acordei cedo pra ainda dar uma lidinha sobre algumas empresas que estavam faltando e lá fomos nós (Matheus, Chamon , Duque e Eu). O local já lotado de gente, cadastramento na entrada com direito a crachá, currículo Ene (personalizado com as empresas de maior fit para nosso perfil) e agenda de atividades.

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De cara, na abertura do evento, tivemos uma ótima surpresa. O prof. Clóvis de Barros Filho, que admiro e acompanho a algum tempo, falando sobre “Felicidade na Carreira”. Interessante perspectiva filosófica que nos fez questionar alguns conceitos. Uma das frases que mais me chamou atenção destaca a nossa “eterna busca”:

“Você ama e deseja o que não tem, ou tem, mas aí, sem desejo, sem amor. Paradoxo platônico da existência!”

E assim vamos nós, buscando o que não temos para nunca nos sentirmos satisfeitos. Mas, enfim, um chamado para que façamos de nossas vidas algo significativo.

Logo em seguida Paula Belizia, presidente da Microsoft no Brasil, compartilhou muita coisa bacana sobre a sua trajetória, os seus desafios e o que a motivou a chegar onde está hoje. Após estes dois momentos nos palcos principais estava liberado o acesso as mesas de relacionamento. Ao longo de todo o espaço do evento foram dispostas mesas com nomes das diversas empresas onde se encontrariam colaboradores, trainees e em alguns casos altos executivos à disposição para responder perguntas, dividir experiências e interagir com todos os participantes que se mostrassem interessados. Aí você já imaginar a correria, aquela vontade de falar com todo mundo e o receio de não dar tempo.

Simultaneamente, em uma sala reservada, se iniciavam as sessões de pitch. Seguindo uma ordem pré-determinada (definida por interesse por estágio ou vaga efetiva e também por ordem alfabética) um a um os candidatos eram conduzidos à sala com diversos representantes das empresas e lá tinham os seus preciosos 2 minutos para tentar vender o seu peixe. Confesso que eu estava um pouco nervoso. Estou acostumado a pitches mas dessa vez eu não tinha de apresentar um modelo de negócio e sim falar quem sou eu e porque eu estava ali. Depois de alguns minutos repetindo meu texto, caminhando pra lá e pra cá pensando no tanto que já tinha mudado o que ia dizer da noite anterior até aquele momento eu me acalmei. E aí não teve segredo, a preparação foi feita, era não deixar o nervosismo tomar conta e assim foi: “Olá meu nome é André, tenho 24 anos…”

Tempo curtinho mas suficiente pra dizer o que tinha de ser dito e observar um ou outro olhar de concordância. Primeira missão do dia cumprida! (Tive algum receio, mas deu pra ter certeza que foi bacana em função do feedback positivo e dos contatos que recebi de algumas empresas após o evento). Hora de me dirigir para as mesas, entender melhor e me apresentar mais cuidadosamente para as empresas. Não dá pra descrever cada conversa, mas foi fantástico entender melhor a perspectiva de algumas que eu desconhecia ou tinha uma imagem totalmente diferente em mente. A lição do dia foi quebra de paradigmas! Não se limite a buscar aquilo que você conhece e não se prenda única e exclusivamente ao que parece estar ligado a sua área de formação. O mercado vai ter sempre lugar pra gente boa disposta a aceitar novos desafios e a sempre aprender.

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Por volta de meio dia, parei para almoçar. Contudo o evento não para um segundo, o horário de almoço é uma recomendação que recebemos e respeitar isso também faz parte da dinâmica do evento para manter a organização nos diversos ambientes e encaixar perfeitamente com os painéis. Estes aconteciam em salas um pouco mais reservadas para aqueles que durante as inscrições manifestaram interesses em áreas um pouco mais específicas como: Marketing, Gestão, Operações, Carreira em Y para Engenharia, etc. Mais uma fantástica oportunidade de conhecer a rotina e particularidades de quem ocupa cargos de grande importância nessas áreas.

Muita coisa né? Imagina estar lá dentro! A vontade é que o tempo pare pra que você dê conta de tudo. Gerenciar bem a agenda do dia é fundamental. Ah, e eu já ia me esquecendo! Foram disponibilizados horários para sessão de Speed Coaching, super bacana pra qualquer um se sentindo um pouco perdido ou não confiante sobre algum aspecto pessoal poder encontrar algumas respostas. Foi fantástico, nada menos que isso. E pra fechar com chave de ouro ainda teve o Leo Boz da Fundação Estudar contando um pouco da louca e grande trajetória que ele teve até estar ali! A questão é que o ritmo é tão frenético que tem muita coisa que tô até hoje “digerindo”, mas a recomendação é apenas uma: participem e conheçam por vocês mesmos. A Ene faz a diferença e vale muita a pena!

Engenheiro eletricista, professor de inglês, DJ, empreendedor, faixa roxa e instrutor de Jiu Jitsu, geek e, acima de tudo, caçador de sonhos!

One Reply to “Conferência Ene: O grande dia! – Parte 2”

  1. Guilherme Duque says: Responder

    Você realmente descreveu o que foi a Ene pra mim irmão(exceto pelo pitch), um evento de conexão de gente muito boa!
    Continuo acompanhando teus textos e aprendendo sempre contigo. Vamo quebrar tudo!

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